# IMDtech

- Página canônica: https://www.luciosilva.com.br/work/imdtech
- Autor: Lúcio Silva
- Papel: Especialista em Design Digital
- Empresa / instituição: Instituto Metrópole Digital - UFRN
- Período: jan. 2018 - fev. 2022
- Setor: Educação / Tecnologia
- Localização: Natal, RN
- Idioma: pt-BR

Redesign responsivo de material didático para cursos técnicos do Instituto Metrópole Digital, uma formação EaD semipresencial com trilhas em tecnologia da informação, impacto direto em +1.500 alunos no lançamento e estrutura mantida em uso até 2025.

## Contexto

### Por que este case

O IMDtech foi escolhido como destaque não pelo apelo visual isolado, mas pelo desafio de produto e pela metodologia aplicada em um contexto educacional amplo. Quando começamos a refazer esse projeto, ainda não se falava tanto em UX ou UI, e havia pouca oferta de templates, vídeos e cursos sobre o assunto.

### Ambiente de produto

O IMD oferecia cursos técnicos em formato EaD semipresencial, com encontros presenciais semanais, carga horária entre 1 mil e 1,2 mil horas e ênfases como Informática para Internet, Redes de Computadores, Programação de Jogos Digitais, Eletrônica e Automação Industrial.

### Desafio e direção

O redesenho precisava lidar com evasão, abandono do conteúdo, dificuldade de compreensão de assuntos técnicos e acesso por dispositivos variados, muitas vezes não tão modernos. Responsividade, acessibilidade e clareza deixavam de ser acabamento e passavam a ser parte central da experiência de aprendizagem. O link apresenta a versão aberta do material; a estrutura base desenvolvida no período permaneceu em uso até 2025, evoluída pela equipe responsável pelo curso.

## Contribuição

- Participação em uma equipe diversa para repensar material didático digital.
- Aplicação inicial de princípios de UX e UI em um contexto com poucas referências consolidadas.
- Apoio ao redesenho de conteúdos educacionais para reduzir barreiras de compreensão, consumo e retenção.
- Criação e manutenção de UI kits e templates para padronizar interfaces dentro da instituição.
- Definição de uma estrutura responsiva para ampliar o acesso ao conteúdo em diferentes telas e condições de uso.
- Organização visual de uma experiência de aprendizagem ligada a cursos técnicos com alta carga horária e diferentes trilhas de formação.
- Motion design, UX/UI e design visual aplicados à experiência educacional digital.

## Decisões de produto e design.

- Tratar responsividade, acessibilidade e clareza como núcleo da experiência — não como acabamento visual.
- Padronizar com UI kits e templates para escala institucional, em vez de telas pontuais sem sistema.
- Priorizar compreensão de conteúdo técnico e redução de abandono sobre efeitos visuais.
- Desenhar para dispositivos desiguais (incluindo smartphones menos modernos), alinhado à realidade de acesso dos alunos.

## Um projeto inicial para aproximar design digital, acesso e aprendizagem.

### Impacto no lançamento

A estrutura redesenhada impactou diretamente +1.500 alunos no lançamento, em um contexto com limitação de acesso a dispositivos móveis compatíveis.

### Acesso em múltiplos dispositivos

A proposta defendeu responsividade e uso em smartphones para reduzir barreiras de acesso ao conteúdo técnico, sem depender exclusivamente de dispositivos mais modernos.

### Adoção e continuidade

Após a migração para a web responsiva, os alunos passaram a acessar o material de casa pelo celular. O indicador de acesso chegou a quase 80%, monitorado pelo link do material na plataforma Moodle. A estrutura redesenhada permaneceu em uso até 2025.

### Base metodológica

A experiência ajudou a formar repertório prático em UX, UI, acessibilidade e educação digital em um momento em que esses termos ainda eram pouco difundidos no contexto do projeto.

## Ferramentas e competências

- UI kits
- Templates
- UX/UI
- Design responsivo
- Acessibilidade

## Demonstração pública

https://materialpublic.imd.ufrn.br

## Fonte

Texto extraído do conteúdo público de https://www.luciosilva.com.br/work/imdtech. As páginas do portfólio são a referência principal. Métricas mantêm o contexto e as limitações descritos pelo autor.
